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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E OS INTERESSES DOS ESTADOS





Bento José dos Santos
- Até que ponto a população de um determinado país, está inteirada sobre os métodos, tácticas e estratégias dos estados fazerem politica externa, no que concerne o interesse de um estado sobre outro?


- Até que ponto a população de um determinado estado, está inteirada dos riscos, das ameaças das oportunidades e forças que um estado pode exercer sobre outro?


- Quanto aos meios de comunicação social, os amplificadores das liberdades e libertinagens, até que ponto a liberdade editorial é um facto, perante aos interesses dos estados?

- A quem realmente interessa ver publicada materiais que denigrem a imagem do seu país em jornais estrangeiros?


- Até ponto os editores (estrangeiros) de tais materiais estão realmente desprovidos de qualquer forma clássica do método da manipulação da informação, cujo pendor integra os fóruns políticos, perspectivando a curto prazo adeptos internos no seio das associações civis e políticas?


Talvez começaríamos a debruçar sobre as questões expostas, recorrendo ao pendor legislativo, esgrimido argumentos da constituição, da carta magna etc, etc… que ao meu entender, com uma das mãos dá… e com outra, tira!

Por isso, acho melhor esgrimir sob realidades factuais: - por exemplo…qual é a dimensão da cobertura mediática da viagem de Ban Ki-Moon em África, particularmente em Angola. Em que periódicos internacionais, ou cadeias televisivas tal facto foi ou esta a ser difundido?


Será que a deslocação de Ban Ki-Mon, secretário-geral das Nações Unidas pela primeira vez na África Austral não representa relevância suficiente para as linhas editoriais dos órgãos de comunicação social internacionais?

Afinal o quê, que transforma os meios de comunicação social, como supostos donos da verdade… - a promessa do dia melhor, ou do amanhã perfeito?!


Perante as tais questões, uma realidade subjectiva domina minha consciência. Os governos precisam apostar mais na educação da sua população. Só tendo uma população detentora de conhecimentos, cada nação poderá estar preparada para abortar campanhas de fóruns políticos, cujo resultado visa a curto prazo promover objectivos obscuros, como por exemplo a emancipação da nova forma da política ocidental imperialista, que se pauta no controlo económico e militar dos países mais fracos, impingindo seus ideais oportunistas.


Neste âmbito, são vários os meios de comunicação social que são usados como veículos estratégicos para lançar campanhas politicas internacionais, o que pode ser claramente identificado no conteúdo das matérias publicadas por estes órgãos, que dão primazia aos conteúdos sensacionalistas, amplificando boatos, cujo objectivo final é promover a instabilidade social em outros países.


Acima disto, é preciso haver um compromisso mais acentuado, sob todos aqueles que apegam-se na política como sua actividade quotidiana, por formas a não porem em risco a soberania dos seus países e a vida dos seus povos, uma vez que os meios de comunicação social não sobrepõem os interesses dos estados, isto em nenhuma nação, apesar de que na actualidade de propagar o contrário.

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